”Onde estão os caras que lutavam dia-a-dia sem perder a ternura jamais?
Onde estão os caras que desmaterializavam moedas de dez mil reais?
Onde estão os caras que desconheciam limites ... universal e singular?
Onde estão os caras que desenhavam novas cidades
Em guardanapos na mesa de um bar?
Onde estão os caras que pregavam no deserto?
(o deserto continua lá)
Onde estão os caras que deixavam as portas abertas para a vida poder circular?
Onde está o teatro mágico só para iniciados?
Onde está o espaço não privatizado?
Onde estão os caras que acenavam com a mão invisível um mercado para todos nós?”
Engenheiros do Hawaii Segunda Feira Blues
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